quarta-feira, 14 de julho de 2010

Projeto Sexualidade na Adolescencia

Alunas - Ieda da Silva Souza e Ivoneide Dias de Freitas Moura.


1. Apresentação

O nosso projeto tem como tema a Sexualidade Humana na Adolescência e será ministrado pelas professoras Iêda da Silva Souza e Ivoneide Dias de Freitas Moura que será realizado no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães na cidade de Senhor do Bonfim Estado da Bahia e terá como público alvo alunos da 2ªs séries do ensino médio no turno matutino. Somos docentes do Estado e com nossas experiências e observações conversamos e achamos que faz-se necessário aplicação de um projeto onde o mesmo enfatizará uma educação sexual que abrangesse os aspectos sociológicos e culturais, em que o educando participasse do processo de ensino- aprendizagem com o uso do blog, refletindo sobre a sua responsabilidade em relação a sexualidade e com isso participando do mesmo dando as suas contribuições através de textos ou comentários.
Nesse sentido entende-se que se faz necessário o uso das mídias dentro da escola e assim sendo nós enquanto profissionais da educação na disciplina sociologia usamos como processo necessário dentro no nosso campo escolar o BLOG de nome geomodelano.blogspot.com – iedassouza@hotmail.com para que se amplie ainda mais os espaços na tal disciplina, fazendo com isso o uso da INTERNET, onde os alunos e outros que tenham a curiosidade postarem comentários como também trabalhos dentro do universo do Blog.

2. Justificativa

Com todos os recursos de que dispomos na atualidade encontramo-nos imersos em uma sociedade complexa.
As tecnologias encontram-se tão incorporadas aos atuais modos de vida que quando nos defrontamos com menções à sociedade tecnológica quase que imediatamente somos remetidos ao computador, à Internet, aos robôs. Este mundo, entretanto, ainda é compartilhado por poucos e específicos segmentos da população. Esquecemo-nos de que o carro, os aparelhos de som, o walkman, as caixas eletrônicas de bancos, as calculadoras, os aparelhos medidores de pressão e de temperatura, as seringas descartáveis, os liquidificadores, ventiladores, aquecedores, os livros, revistas, jornais e inúmeros outros instrumentos da vida doméstica, do mundo do trabalho, na indústria, no comércio e na prestação de serviços, e do mundo do lazer infantil, juvenil, adulto e da terceira idade compõem uma lista incomensurável de recursos tecnológicos que cercam o dia-a-dia da nossa população, mesmo dos segmentos mais empobrecidos.
A palavra tecnologia será aqui utilizada em referência a processos socioculturais cientificamente orientados.
Lembramos, a título de ilustração, que técnicas de trabalhos e de gestão de grupos são capazes de influenciar processos sociais humanos de colaboração, competição, conflito, acomodação assimilação, dentre outros, e de serem reflexivamente influenciadas por esses mesmos processos.
De acordo com a LDB (Lei nº 9.394/96), que trata da educação básica, o ensino fundamental deve assegurar a todos "a formação comum indispensável para o exercício da cidadania, fornecendo-lhes meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores". Nessa mesma perspectiva, os Parâmetros Curriculares Nacionais, apontam a necessidade do trabalho com a temática sexualidade, não apenas focando nos conteúdos formais do Currículo de Ciências Naturais, onde o foco se dá basicamente na questão da anatomia e da fisiologia do corpo humano. O foco nessa abordagem deixa de lado os anseios dos alunos numa discussão mais ampla sobre as dimensões culturais, afetivas e sociais contidas nesse mesmo corpo (PCNs, 1997, p.113).
Nesse contexto, faz-se necessário um trabalho integrado das experiências vivenciadas pelos alunos, no resgate de uma educação sexual que trabalhe todas as dimensões do ser humano, desde os aspectos ligados à saúde, quanto aos aspectos voltados para as questões culturais mais amplas.
Nesse sentido, um trabalho de orientação sexual na escola, deve pautar-se numa abordagem não diretiva, evitando-se o caráter de aconselhamento nas escolhas dos alunos. Assim, as diferentes e concepções de sexualidade que serão desenvolvidas no âmbito pedagógico, deverão evitar a invasão da intimidade e do comportamento dos alunos. Nessa lógica, os alunos precisam saber discriminar as questões públicas das questões privadas, procurando manter a sua privacidade perante o grupo.
Sendo assim, nessa nova visão de trabalho com a sexualidade, que considera a individualidade e também as discussões coletivas, o educador precisa estar preparado para a mediação desse processo, pois ele transmite valores em relação às discussões que levanta com o educando.

A relevância desse projeto se dá por seu caráter formativo e dinâmico, no que diz respeito a aprofundar, com os alunos do Ensino Médio, as questões relativas à sexualidade humana, tendo as Tecnologias da Informação e Comunicação como estruturantes do processo.


3. PROBLEMATIZAÇÃO


A escolha da temática surgiu através da observação de dois professores, referente a sexualidade dos adolescentes (alunos), essa observação se deu ao analisar a forma de agir, de falar e de pensar dos mesmos, nas aulas de sociologia como também nas brincadeiras feitas uns com os outros frente ao nosso dia a dia. Nesse contexto foi pensado em se trabalhar a temática através do Projeto com o uso do Blog ora já existente e como também atender a proposta curricular da nossa Unidade de Ensino, com objetivos a alcançar.O grupo que iremos trabalhar serão de adolescentes com faixas etárias de 15 a 16 anos que já tenha uma idéia parcial do que significa o tema; e iremos ter como problemática a sexualidade dos adolescentes que estão passando pelo processo formativo, onde deveremos explorá-las de maneira rica e consistente, fazendo com que os alunos vejam o assunto de forma significativa. O grupo deverá manifestar seus conhecimentos prévios, vivências, expectativas e anseios desta forma faz-se necessário que professor deverá ter domínio da temática. Três questões básicas devem ser levantadas:
• A nossa intuito nesse Projeto é fazer com que os alunos que participem dessa proposta deverão de forma simples e concreta ter noções básicas do que seja o processo sexualidade.
• A sexualidade humana não é simplesmente imposta pelo instinto ou condutas estereotipadas, como acontece nos animais, mas é influenciada tanto pela atividade mental superior e pelas características sociais, culturais, educacionais e normativas daqueles lugares onde os indivíduos crescem e desenvolvem sua personalidade. Conseqüentemente, a análise da esfera sexual deve basear-se na convergência de várias linhas de desenvolvimento, tais como afetividade, emoções e relações.


• Por que o processo da sexualidade se faz tão difícil e doloroso na vida dos seres humanos?
• O Projeto é composto por adolescentes, com dúvidas, com perguntas e anseios que devemos respeitar e trabalhar de forma a tentar explicar para que os mesmos saiam com resultados positivos no final do projeto.


O que sabemos?
Ex:
• Os alunos do Ensino médio têm uma visão deturpada de questões referentes sexualidade;
• Dúvidas com determinados aspectos: sociais e culturais.

O que queremos saber?
Ex:
• Conhecer e discutir temáticas relativas à sexualidade humana na adolescência;
• Mudanças no comportamento dos adolescentes;
• Por que alguns acham que DSTs e AIDS, só podem ser contraída por: homossexuais, prostitutas e ou usuários de drogas?
• Gravidez precoce;

Como vamos fazer?

• Assistir vídeos;
• Discutir textos em grupo;
• Fazer uso do blog com a turma.

4. LINHA CENTRAL

Aprimore trabalharemos o projeto com uso de um vídeo www.youtube.com/watch?v=TPxmlEZVd0w – onde aborda a sexualidade na adolescência, logo após enfatizaremos o trabalho com um artigo escrito por uma psicóloga Elide Camargo Signorelli onde também aborda a sexualidade na adolescência de forma a simplificar ainda mais a compreensão do adolescente, pois isso se faz ultra necessário na disciplina sociológica, como também a necessidade que se tem de trabalhar esse tema com adolescentes em todos os seus aspectos.


5. OBJETIVOS
• Utilizar o potencial comunicacional das TICs na busca de informações e de novos conhecimentos sobre a temática em estudo;
• Respeitar a diversidade de valores, crenças e comportamentos existentes e relativos à sexualidade humana;
• Desenvolver a consciência crítica e tomar decisões responsáveis a respeito de sua sexualidade;
• Reconhecer como determinações culturais as características socialmente atribuídas ao masculino e ao feminino;
• Construir um blog sobre uma das temáticas desenvolvidas no curso;
• Agir de modo solidário em relação aos portadores do HIV e de modo propositivo na implementação de políticas públicas voltadas para prevenção e tratamento das doenças sexualmente transmissíveis/AIDS;
• Proteger-se de relacionamentos sexuais coercitivos ou exploradores;


6. INTERVENÇÕES DIDÀTICAS


É inviável uma organização prévia muito rígida do trabalho a ser realizado, mas são essenciais que sejam traçadas as linhas gerais. Este eixo norteador, como forma de organização, tem em vista os objetivos propostos e as possibilidades de novos acontecimentos. Algumas questões devem ser abordadas:

Intervenção III - Ouvi dizer que...
• Espalhar folhas de papel metro pelas paredes da sala. Todas as folhas têm no cabeçalho " Ouvi dizer que...", seguido de um dos tópicos: Pênis - vulva - masturbação - virgindade - ato sexual- menstruação virgindade - ato sexual- menstruação- primeira vez- homossexualidade- DST/AIDS.
• Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=BzPrTg7ogeA&feature=player_embedded
• Dividir o grupo em 9 subgrupos. Cada subgrupo dirige-se a uma das folhas de papel metro distribuídas pela sala e escreve tudo o que já ouviu dizer (em casa, na escola, na rua, na TV, nos livros, etc) sobre o tópico que nele se apresenta.
• Fazer o rodízio de todos os subgrupos pelos tópicos, de modo a completar as informações que o grupo possui sobre o assunto.
• Plenária: leitura das frases escritas em cada tópico, seguida dos esclarecimentos dados pelo facilitador sobre o assunto.
• Depois cada aluno irá pesquisar na internet a temática que mais lhe interessa, e postar as descobertas no blog
• Cada colega terá que fazer comentários consistentes sobre o assunto citado no projeto no blog .


7. Critérios de Avaliação
Após o termino da apresentação do projeto cada participante deverá explanar através do blog quais foram as suas dúvidas, expectativas e anseios, mostrando também o que vinheiro aprender e dizer qual foi o significado do projeto para os mesmos em todos os aspectos trabalhados em sala, como também postarem fotos ou vídeos dos acontecimentos lá existente.

8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AMABIS & MARTHO. Fundamentos da Biologia Moderna. Volume Único. São Paulo, Editora Moderna 2007.MARGARIDA, Serrão. Aprendendo a ser e a conviver. 2ª Edição. São Paulo: FTD, 1999.
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: pluralidade cultural, orientação sexual / Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC /SEF, 1997.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN. Brasília: MEC/SEF, 1988.

• Abramson, PR, e Pinkerton, SD (1995). Com prazer: Reflexões sobre a natureza da sexualidade humana. New York: Oxford University Press.
• Aral, SO, & Holmes, KK (1991). Aral, SO, e Holmes, KK (1991). Sexually transmitted diseases in the AIDS era. Scientific American , 264:62-69. Doenças sexualmente transmissíveis na era da AIDS. Scientific American, 264:62-69.
• Beach, FA (Ed.). Praia, FA (Ed.). (1977). Human Sexuality in Four Perspectives. Baltimore: The Johns Hopkins University Press. (1977). Sexualidade humana em quatro perspectivas. Baltimore: The Johns Hopkins University Press.



• Diamond, J. (1997). Why is Sex Fun? Diamond, J. (1997). Porque é que o divertimento do sexo? The Evolution of Human Sexuality. New York: BasicBooks. A Evolução da Sexualidade Humana. Nova York: BasicBooks.
• Katchadourian, H. (1989). Fundamentals of Human Sexuality (5th ed.). Katchadourian, H. (1989). Fundamentos da Sexualidade Humana (5 ª ed.). San Francisco: Holt, Rinehart and Winston, Inc. San Francisco: Holt, Rinehart e Winston, Inc.

Projeto - Sexualidade na Escola


UESB- Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Formação Continuada de Mídias na Educação –C Básico 3ª Oferta

E-proinfo – Ambiente Colaborativo de Aprendizagem

Alunas - Ieda da Silva Souza e Ivoneide Dias de Freitas Moura.

http://biogilde.files.wordpress.com/2009/11/sexualidade5.jpg

Sexualidade Humana na Adolescência

Senhor do Bonfim,

2010

UESB- Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Formação Continuada de Mídias na Educação –C Básico 3ª Oferta

E-proinfo – Ambiente Colaborativo de Aprendizagem

Alunas - Ieda da Silva Souza e Ivoneide Dias de Freitas Moura.

Sexualidade Humano na Adolescência

Iêda da Silva Souza

Ivoneide Dias de Freita Moura

Senhor do Bomfim,

2010

SUMÁRIO

  1. Apresentação ..........................................................................................01
  2. Justificativa .............................................................................................02
  3. Problematizarão ......................................................................................04
  4. Linha Central ..........................................................................................06
  5. Objetivos ................................................................................................06
  6. Intervenções Didática ............................................................................ 07
  7. Critérios de Avaliação ............................................................................08
  8. Referências Bibliográficas .....................................................................09

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1. Apresentação

O nosso projeto tem como tema a Sexualidade Humana na Adolescência e será ministrado pelas professoras Iêda da Silva Souza e Ivoneide Dias de Freitas Moura que será realizado no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães na cidade de Senhor do Bonfim Estado da Bahia e terá como público alvo alunos da 2ªs séries do ensino médio no turno matutino. Somos docentes do Estado e com nossas experiências e observações conversamos e achamos que faz-se necessário aplicação de um projeto onde o mesmo enfatizará uma educação sexual que abrangesse os aspectos sociológicos e culturais, em que o educando participasse do processo de ensino- aprendizagem com o uso do blog, refletindo sobre a sua responsabilidade em relação a sexualidade e com isso participando do mesmo dando as suas contribuições através de textos ou comentários.

Nesse sentido entende-se que se faz necessário o uso das mídias dentro da escola e assim sendo nós enquanto profissionais da educação na disciplina sociologia usamos como processo necessário dentro no nosso campo escolar o BLOG de nome geomodelano.blogspot.comiedassouza@hotmail.com para que se amplie ainda mais os espaços na tal disciplina, fazendo com isso o uso da INTERNET, onde os alunos e outros que tenham a curiosidade postarem comentários como também trabalhos dentro do universo do Blog.

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2. Justificativa

Com todos os recursos de que dispomos na atualidade encontramo-nos imersos em uma sociedade complexa.

As tecnologias encontram-se tão incorporadas aos atuais modos de vida que quando nos defrontamos com menções à sociedade tecnológica quase que imediatamente somos remetidos ao computador, à Internet, aos robôs. Este mundo, entretanto, ainda é compartilhado por poucos e específicos segmentos da população. Esquecemo-nos de que o carro, os aparelhos de som, o walkman, as caixas eletrônicas de bancos, as calculadoras, os aparelhos medidores de pressão e de temperatura, as seringas descartáveis, os liquidificadores, ventiladores, aquecedores, os livros, revistas, jornais e inúmeros outros instrumentos da vida doméstica, do mundo do trabalho, na indústria, no comércio e na prestação de serviços, e do mundo do lazer infantil, juvenil, adulto e da terceira idade compõem uma lista incomensurável de recursos tecnológicos que cercam o dia-a-dia da nossa população, mesmo dos segmentos mais empobrecidos.

A palavra tecnologia será aqui utilizada em referência a processos socioculturais cientificamente orientados.

Lembramos, a título de ilustração, que técnicas de trabalhos e de gestão de grupos são capazes de influenciar processos sociais humanos de colaboração, competição, conflito, acomodação assimilação, dentre outros, e de serem reflexivamente influenciadas por esses mesmos processos.

De acordo com a LDB (Lei nº 9.394/96), que trata da educação básica, o ensino fundamental deve assegurar a todos "a formação comum indispensável para o exercício da cidadania, fornecendo-lhes meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores". Nessa mesma perspectiva, os Parâmetros Curriculares Nacionais, apontam a

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necessidade do trabalho com a temática sexualidade, não apenas focando nos conteúdos formais do Currículo de Ciências Naturais, onde o foco se dá basicamente na questão da anatomia e da fisiologia do corpo humano. O foco nessa abordagem deixa de lado os anseios dos alunos numa discussão mais ampla sobre as dimensões culturais, afetivas e sociais contidas nesse mesmo corpo (PCNs, 1997, p.113).

Nesse contexto, faz-se necessário um trabalho integrado das experiências vivenciadas pelos alunos, no resgate de uma educação sexual que trabalhe todas as dimensões do ser humano, desde os aspectos ligados à saúde, quanto aos aspectos voltados para as questões culturais mais amplas.

Nesse sentido, um trabalho de orientação sexual na escola, deve pautar-se numa abordagem não diretiva, evitando-se o caráter de aconselhamento nas escolhas dos alunos. Assim, as diferentes e concepções de sexualidade que serão desenvolvidas no âmbito pedagógico, deverão evitar a invasão da intimidade e do comportamento dos alunos. Nessa lógica, os alunos precisam saber discriminar as questões públicas das questões privadas, procurando manter a sua privacidade perante o grupo.

Sendo assim, nessa nova visão de trabalho com a sexualidade, que considera a individualidade e também as discussões coletivas, o educador precisa estar preparado para a mediação desse processo, pois ele transmite valores em relação às discussões que levanta com o educando.


A relevância desse projeto se dá por seu caráter formativo e dinâmico, no que diz respeito a aprofundar, com os alunos do Ensino Médio, as questões relativas à sexualidade humana, tendo as Tecnologias da Informação e Comunicação como estruturantes do processo.

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3. PROBLEMATIZAÇÃO

A escolha da temática surgiu através da observação de dois professores, referente a sexualidade dos adolescentes (alunos), essa observação se deu ao analisar a forma de agir, de falar e de pensar dos mesmos, nas aulas de sociologia como também nas brincadeiras feitas uns com os outros frente ao nosso dia a dia. Nesse contexto foi pensado em se trabalhar a temática através do Projeto com o uso do Blog ora já existente e como também atender a proposta curricular da nossa Unidade de Ensino, com objetivos a alcançar.O grupo que iremos trabalhar serão de adolescentes com faixas etárias de 15 a 16 anos que já tenha uma idéia parcial do que significa o tema; e iremos ter como problemática a sexualidade dos adolescentes que estão passando pelo processo formativo, onde deveremos explorá-las de maneira rica e consistente, fazendo com que os alunos vejam o assunto de forma significativa. O grupo deverá manifestar seus conhecimentos prévios, vivências, expectativas e anseios desta forma faz-se necessário que professor deverá ter domínio da temática. Três questões básicas devem ser levantadas:

· A nossa intuito nesse Projeto é fazer com que os alunos que participem dessa proposta deverão de forma simples e concreta ter noções básicas do que seja o processo sexualidade.

· A sexualidade humana não é simplesmente imposta pelo instinto ou condutas estereotipadas, como acontece nos animais, mas é influenciada tanto pela atividade mental superior e pelas características sociais, culturais, educacionais e normativas daqueles lugares onde os indivíduos crescem e desenvolvem sua personalidade. Conseqüentemente, a análise da esfera sexual deve basear-se na convergência de várias linhas de desenvolvimento, tais como afetividade, emoções e relações.

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· Por que o processo da sexualidade se faz tão difícil e doloroso na vida dos seres humanos?

· O Projeto é composto por adolescentes, com dúvidas, com perguntas e anseios que devemos respeitar e trabalhar de forma a tentar explicar para que os mesmos saiam com resultados positivos no final do projeto.

O que sabemos?

Ex:

· Os alunos do Ensino médio têm uma visão deturpada de questões referentes sexualidade;

· Dúvidas com determinados aspectos: sociais e culturais.

O que queremos saber?

Ex:

· Conhecer e discutir temáticas relativas à sexualidade humana na adolescência;

· Mudanças no comportamento dos adolescentes;

· Por que alguns acham que DSTs e AIDS, só podem ser contraída por: homossexuais, prostitutas e ou usuários de drogas?

· Gravidez precoce;

Como vamos fazer?

· Assistir vídeos;

· Discutir textos em grupo;

· Fazer uso do blog com a turma.

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4. LINHA CENTRAL

Aprimore trabalharemos o projeto com uso de um vídeo www.youtube.com/watch?v=TPxmlEZVd0wonde aborda a sexualidade na adolescência, logo após enfatizaremos o trabalho com um artigo escrito por uma psicóloga Elide Camargo Signorelli onde também aborda a sexualidade na adolescência de forma a simplificar ainda mais a compreensão do adolescente, pois isso se faz ultra necessário na disciplina sociológica, como também a necessidade que se tem de trabalhar esse tema com adolescentes em todos os seus aspectos.

5. OBJETIVOS

  • Utilizar o potencial comunicacional das TICs na busca de informações e de novos conhecimentos sobre a temática em estudo;
  • Respeitar a diversidade de valores, crenças e comportamentos existentes e relativos à sexualidade humana;
  • Desenvolver a consciência crítica e tomar decisões responsáveis a respeito de sua sexualidade;
  • Reconhecer como determinações culturais as características socialmente atribuídas ao masculino e ao feminino;
  • Construir um blog sobre uma das temáticas desenvolvidas no curso;
  • Agir de modo solidário em relação aos portadores do HIV e de modo propositivo na implementação de políticas públicas voltadas para prevenção e tratamento das doenças sexualmente transmissíveis/AIDS;
  • Proteger-se de relacionamentos sexuais coercitivos ou exploradores;

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6. INTERVENÇÕES DIDÀTICAS

É inviável uma organização prévia muito rígida do trabalho a ser realizado, mas são essenciais que sejam traçadas as linhas gerais. Este eixo norteador, como forma de organização, tem em vista os objetivos propostos e as possibilidades de novos acontecimentos. Algumas questões devem ser abordadas:

Intervenção III - Ouvi dizer que...

· Espalhar folhas de papel metro pelas paredes da sala. Todas as folhas têm no cabeçalho " Ouvi dizer que...", seguido de um dos tópicos: Pênis - vulva - masturbação - virgindade - ato sexual- menstruação virgindade - ato sexual- menstruação- primeira vez- homossexualidade- DST/AIDS.

· Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=BzPrTg7ogeA&feature=player_embedded

· Dividir o grupo em 9 subgrupos. Cada subgrupo dirige-se a uma das folhas de papel metro distribuídas pela sala e escreve tudo o que já ouviu dizer (em casa, na escola, na rua, na TV, nos livros, etc) sobre o tópico que nele se apresenta.

· Fazer o rodízio de todos os subgrupos pelos tópicos, de modo a completar as informações que o grupo possui sobre o assunto.

· Plenária: leitura das frases escritas em cada tópico, seguida dos esclarecimentos dados pelo facilitador sobre o assunto.

· Depois cada aluno irá pesquisar na internet a temática que mais lhe interessa, e postar as descobertas no blog

· Cada colega terá que fazer comentários consistentes sobre o assunto citado no projeto no blog .

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7. Critérios de Avaliação

Após o termino da apresentação do projeto cada participante deverá explanar através do blog quais foram as suas dúvidas, expectativas e anseios, mostrando também o que vinheiro aprender e dizer qual foi o significado do projeto para os mesmos em todos os aspectos trabalhados em sala, como também postarem fotos ou vídeos dos acontecimentos lá existente.

8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AMABIS & MARTHO. Fundamentos da Biologia Moderna. Volume Único. São Paulo, Editora Moderna 2007.MARGARIDA, Serrão. Aprendendo a ser e a conviver. 2ª Edição. São Paulo: FTD, 1999.
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: pluralidade cultural, orientação sexual / Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC /SEF, 1997.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN. Brasília: MEC/SEF, 1988.

Abramson, PR, e Pinkerton, SD (1995). Com prazer: Reflexões sobre a natureza da sexualidade humana. New York: Oxford University Press.

Aral, SO, & Holmes, KK (1991). Aral, SO, e Holmes, KK (1991). Sexually transmitted diseases in the AIDS era. Scientific American , 264:62-69. Doenças sexualmente transmissíveis na era da AIDS. Scientific American, 264:62-69.

Beach, FA (Ed.). Praia, FA (Ed.). (1977). Human Sexuality in Four Perspectives. Baltimore: The Johns Hopkins University Press. (1977). Sexualidade humana em quatro perspectivas. Baltimore: The Johns Hopkins University Press.

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Diamond, J. (1997). Why is Sex Fun? Diamond, J. (1997). Porque é que o divertimento do sexo? The Evolution of Human Sexuality. New York: BasicBooks. A Evolução da Sexualidade Humana. Nova York: BasicBooks.

Katchadourian, H. (1989). Fundamentals of Human Sexuality (5th ed.). Katchadourian, H. (1989). Fundamentos da Sexualidade Humana (5 ª ed.). San Francisco: Holt, Rinehart and Winston, Inc. San Francisco: Holt, Rinehart e Winston, Inc.